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Habitualmente, ao fazer Interpretação Simultânea, o intérprete senta-se numa cabina, utiliza um par de auscultadores e fala para um microfone.

Em todo o rigor, a palavra “simultânea” é inadequada: o intérprete não pode começar a interpretar enquanto não entender o significado geral da frase.

Dependendo, por exemplo, do quão distante estão o sujeito e o verbo na frase, o intérprete pode não ser capaz de reproduzir sequer uma única palavra até ouvir a frase por completo.

Este facto evidencia a complexidade da interpretação: o intérprete deve traduzir a frase para a língua-alvo enquanto ouve e compreende em simultâneo a próxima frase.

Pode sentir esta dificuldade mesmo que fale apenas uma língua: experimente parafrasear o discurso de alguém com um atraso de meia frase enquanto se assegura que compreende a próxima frase e parafraseia a anterior.

Uma das competências chave da interpretação simultânea é a decisão: simplesmente não existe tempo para pesar os méritos das variantes das traduções ou lembrar-se apenas da expressão idiomática ideal na língua-alvo.

Basta um atraso e pode perder umas palavras (e possivelmente um pensamento completo) que o orador proferiu, visto que o mesmo pode encontrar-se longe ou apenas numa sala diferente da do intérprete, podendo essa perda ser permanente.

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